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Brasil fecha o Mundial Paralímpico de Judô em 2º lugar, com 12 pódios, e leva bronze no revezamento do triatlo

Em Tbilisi, as equipes feminina e masculina venceram Cazaquistão e França nas disputas de bronze; em Pontevedra, o trio brasileiro do revezamento também subiu ao pódio no mesmo domingo

Por Redação RecortNews
A judoca brasileira Alana Maldonado no pódio do judô paralímpico durante a Paralimpíada do Rio de Janeiro, em 2016; dez anos depois, em Tbilisi, ela se tornou tetracampeã mundial.
A judoca brasileira Alana Maldonado no pódio do judô paralímpico durante a Paralimpíada do Rio de Janeiro, em 2016; dez anos depois, em Tbilisi, ela se tornou tetracampeã mundial.Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil/Wikimedia Commons, CC BY 3.0 BR

O Brasil fechou neste domingo (27) o Mundial Paralímpico de Judô, disputado em Tbilisi, na Geórgia, na segunda colocação geral, com 12 pódios: 3 ouros, 5 pratas e 4 bronzes. Dez dessas medalhas saíram das disputas individuais e duas vieram das competições por equipes, realizadas no último dia do torneio. A China terminou na liderança, com 4 ouros, 1 prata e 4 bronzes, e a Geórgia, país anfitrião, ficou em terceiro.

No mesmo domingo, a mais de 4 mil quilômetros de distância, o revezamento brasileiro conquistou o bronze no Mundial Paralímpico de Triatlo, em Pontevedra, na Espanha.

Dois bronzes por equipes na Geórgia

Na disputa feminina pelo terceiro lugar, o Brasil superou o Cazaquistão por 4 a 1, com vitórias de Rebeca Silva, Meg Emmerich, Larissa Silva e Brenda Freitas. As adversárias começaram o confronto com um ponto de vantagem porque a equipe brasileira não tinha representante em uma das categorias em disputa.

Entre os homens, a decisão do bronze contra a França terminou empatada em 3 a 3 e foi para o desempate, resolvido por Deyverson de Souza. Arthur Silva e Dênis Rosa também venceram seus combates; Felipe Amorim e Thiego Marques foram superados pelos franceses.

O que o quadro final mostra

A segunda colocação com 12 pódios põe o Brasil à frente de potências tradicionais do judô paralímpico e reforça um padrão que o país vem sustentando no ciclo: volume de medalhas em muitas categorias, e não dependência de um ou dois nomes. Ainda assim, a diferença com a China aparece justamente onde ela mais pesa — em ouros, 3 contra 4, apesar dos 12 pódios brasileiros contra 9 chineses.

No sábado (26), o Brasil já havia tido seu melhor dia individual na competição, com três títulos, entre eles o de Alana Maldonado, que chegou ao quarto campeonato mundial da carreira. O torneio de Tbilisi começou em 25 de setembro.

Bronze no revezamento, na Espanha

Em Pontevedra, o trio formado por Jéssica Ferreira (PTWC), Ruiter Silva (PTS5) e Erica Rodrigues (PTS5) ficou com o terceiro lugar na prova de revezamento do Mundial Paralímpico de Triatlo.

Foi a segunda medalha de Erica Rodrigues no campeonato: no dia 26, ela havia conquistado a prata na prova individual de sua classe.

Com informações do Comitê Paralímpico Brasileiro e da Agência Brasil.