Pular para o conteúdo
RecortNews
Esportes

Sorteio define os grupos da Copinha F, que reúne 20 clubes e decide o título no Canindé

Quarta edição do torneio sub-20 feminino vai de 24 de novembro a 12 de dezembro, com estreia de Vasco, Tarumã-AM e Ação-MT e transmissão da TV Brasil.

Por Redação RecortNews
Vista externa do Estádio do Canindé, em São Paulo, em 2010. A casa da Portuguesa recebe os jogos do Grupo A e a final da Copinha F de 2026.
Vista externa do Estádio do Canindé, em São Paulo, em 2010. A casa da Portuguesa recebe os jogos do Grupo A e a final da Copinha F de 2026.Foto: Lucas De Paschoal Strabko/Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

A Copinha F de 2026 já tem os grupos definidos. O sorteio foi realizado na quarta-feira (23), na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF), em Vila Leopoldina, na zona oeste de São Paulo, e organizou em cinco chaves os 20 clubes inscritos na quarta edição do torneio — a versão feminina sub-20 da Copa São Paulo de Futebol Júnior.

A competição vai de 24 de novembro a 12 de dezembro, com jogos em quatro estádios da Grande São Paulo, e terá transmissão da TV Brasil.

Como ficaram as chaves

Cada grupo leva o nome de um cartão-postal paulistano. São cinco chaves de quatro clubes: avançam às quartas de final os cinco líderes e os três melhores segundos colocados.

  • Grupo A (Masp) — Palmeiras, Flamengo, Vasco e Tarumã-AM, no Canindé
  • Grupo B (Copan) — Corinthians, Red Bull Bragantino, Atlético-MG e Ação-MT, no Nicolau Alayon
  • Grupo C (Ibirapuera) — Ferroviária, Centro Olímpico, Grêmio e Aliança-GO, no Ceret
  • Grupo D (Mercadão) — São Paulo, Fluminense, Vitória e Criciúma, na Arena Ibrachina
  • Grupo E (Cantareira) — Santos, Botafogo, Internacional e Sport, no Ceret

A final será no Estádio do Canindé, casa da Portuguesa — o mesmo palco da decisão de 2023, na edição inaugural, vencida pelo Flamengo.

Três estreantes e um mapa mais largo

Vasco, Tarumã-AM e Ação-MT disputam a Copinha F pela primeira vez. A presença de clubes do Amazonas e do Mato Grosso, ao lado de representantes de Goiás, Bahia, Pernambuco, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro, é o sinal mais concreto de que o torneio deixou de ser um assunto do eixo Rio–São Paulo em quatro anos de existência.

O calendário também explica parte do crescimento: ao contrário da Copinha masculina, que abre o ano em janeiro, a versão feminina fecha a temporada, e cai numa janela em que as categorias de base têm menos concorrência por atenção e por transmissão.

Cinco árvores por gol

O torneio mantém a contrapartida ambiental firmada entre a FPF e o governo de São Paulo: cada gol marcado vira árvore plantada. Em 2026 serão cinco mudas por gol, contra uma por gol no ano passado, quando o programa chegou a cerca de 170 árvores.

Com informações da Agência Brasil/EBC, da Federação Paulista de Futebol e do portal Digoreste Notícias.