A ArtRio chega à 16ª edição nesta semana, na Marina da Glória, no Rio de Janeiro, com 78 galerias e obras que nunca foram expostas na cidade. A feira vai até domingo (20).
Entre os inéditos estão uma obra em cerâmica de Adriana Varejão e um trabalho de Gabriel Massan de sete metros, montado na área externa, perto do Jardim de Esculturas.
Como a feira se divide
Além do setor principal, a ArtRio organiza a mostra em programas com curadoria própria:
- Solo_Duo, com galerias que apresentam projetos de um ou dois artistas, sob curadoria de Ademar Britto;
- Brasil Contemporâneo, com curadoria de Paula Borghi, reunindo artistas cuja prática privilegia o trabalho manual;
- Jardim de Esculturas, de obras tridimensionais de grande porte, com Christiane Laclau;
- Mira, de videoarte, a cargo do MAM Rio.
"O programa Brasil Contemporâneo vai trazer obras de arte que não costumam vir para o Rio, com muitos artistas fora do eixo Rio-São Paulo, e essas obras têm em comum o fazer com as mãos", disse Laís Amorim, gerente de relacionamento com galerias da feira.
A organização espera 50 mil visitantes nos cinco dias e diz que cada edição atrai mais de cem colecionadores e curadores à cidade. Os ingressos custam R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia), com passaporte para os quatro últimos dias a R$ 300.
Uma semana inteira de arte
A feira acontece dentro da primeira Semana de Arte do Rio, promovida pela prefeitura entre 16 e 27 de setembro. São mais de 400 atrações e 74 festivais, exposições e espetáculos, somando mais de mil horas de programação em cerca de 120 instituições — museus, centros culturais, teatros e galerias, com concentração no Centro.
"A Semana de Arte é um instrumento de consolidação desse processo de ocupação do Centro do Rio", afirmou o prefeito Eduardo Cavaliere. Para o secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha, a semana "representa uma nova etapa da política cultural da cidade".
Com informações da Agência Brasil, da ArtRio e da Prefeitura do Rio.




