Cinco estados e o Distrito Federal definiram seus governadores no segundo turno de domingo, 25 de outubro. O Partido Progressista (PP) saiu como o maior vencedor da rodada, com dois governos — Acre e Distrito Federal —, e o PT elegeu um único governador entre as seis disputas, no Rio Grande do Norte, pela margem mais estreita do dia.
Quem foi eleito
| Unidade | Eleito | Partido | Votos |
|---|---|---|---|
| Acre | Mailza Assis | PP | 66,17% |
| Amazonas | Omar Aziz | PSD | 60,07% |
| Distrito Federal | Celina Leão | PP | 57,21% |
| Espírito Santo | Lorenzo Pazolini | Republicanos | 52,01% |
| Rio Grande do Norte | Cadu de Lula | PT | 50,77% |
| Tocantins | Vicentinho Júnior | PSDB | 64,02% |
No Acre, Mailza Assis derrotou o senador Alan Rick (Republicanos), que ficou com 33,83% — a diferença mais larga entre as seis disputas. No Amazonas, Omar Aziz venceu Professora Maria do Carmo (PL), com 39,93%. Celina Leão, que já ocupava o Palácio do Buriti, se reelegeu no Distrito Federal com 57,21% sobre Leandro Grass.
No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini bateu Ricardo Ferraço (MDB) por 52,01% a 47,99%. Em Tocantins, Vicentinho Júnior derrotou a senadora Professora Dorinha (União), que teve 35,98%.
A decisão mais apertada foi no Rio Grande do Norte
O placar mais justo veio do Rio Grande do Norte, onde Cadu de Lula (PT) somou 50,77% contra 49,23% de Allyson Silva (União), prefeito de Mossoró. A diferença entre os dois é de pouco mais de um ponto e meio percentual.
O resultado deixa o PT com um desempenho modesto nas disputas estaduais decididas no domingo, no mesmo dia em que Luiz Inácio Lula da Silva foi reeleito presidente. Dos seis governos em jogo, quatro ficaram com partidos de centro-direita e direita.
O Rio ficou fora da lista
O Rio de Janeiro chegou a ser contado entre as unidades que iriam ao segundo turno, mas saiu da lista em 10 de outubro, quando Douglas Ruas (PL) foi confirmado governador após a recontagem que excluiu os votos dados a Anthony Garotinho (Republicanos), anulados pela Justiça Eleitoral.
Com informações do O Povo e da Forbes Brasil, a partir da apuração do TSE.




